Nome: Jennifer
Idade: 18 anos
Nasc.: 28/12/2004
Signo: Capricórnio
E-mail: Jenni/e-mail
Agenda:

Shows Nacionais:

* Produto - (29/08 apartir das 3:00 pm)
no Opinião
No Araújo Vianna
3º Quarta. (21/01) com Acústico Reggae
4º Quarta. (28/01) com Pure Feeling
Shows Internacionais:
Alpha Blondy
no Opinião
dia 21/Julho.
Ingressos antecipados os primeiros mil à R$ 50,00.
Depois os ingressos vão R$ 70,00 e R$ 80,00.
Já é: Peter Tosh, Ziggy Marley, Bob Marley, Damian Jr Gong Marley, Stephen Marley, Lauryn Hill, Andrew Tosh, Julian Marley, Big Mountain, UB 40, Pure Feeling, Produto Nacional, Aruera, Djambi, Acústico Reggae, Diretoria, Canamaré, Ras Bernard, Cidade Negra, Tribo de Jah, Shabba Ranks, Patra, Sublime, Chiamrruts, Motivos Óbvios, Congo Nya, Mariete Fialho e outros.
Nem é: Bah, sei lá
Enchendo lingüiça:
on-line



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_\|/_ Terça-feira, Outubro 26, 2004 _\|/_

_\|/_ Domingo, Outubro 24, 2004 _\|/_

_\|/_ Domingo, Outubro 10, 2004 _\|/_
A Fundação CONGO NYA, está em Porto Alegre, divulgando o Nyabhinghi, a cultura Rastari, o Pátua.

_\|/_ Domingo, Setembro 12, 2004 _\|/_
Adeus a ¿Sir¿ Coxsone
Bruno Natal - JAMAICA
Qualquer tentativa de resumir a carreira de Clement ¿Sir¿ Coxsone Dodd ( foto ) parecerá sempre
incompleta. Falar que seu Studio One ¿- híbrido de estúdio, gravadora e distribuidora ¿ foi um dos
principais responsáveis por moldar a música jamaicana nas últimas décadas é pouco. Talvez, acrescentar
que foi de lá que saiu ¿Simmer down¿ (primeira música do Bob Marley a atingir o topo das paradas de
sucessos) e dizer que nomes como Lee Perry, Delroy Wilson e Dennis Brown também começaram por ali
ajude a mostrar a dimensão do seu trabalho. Mas isso não é tudo.
A melhor maneira de contar sua trajetória é através da música. E foi exatamente isso que aconteceu no
último sábado, no Mas Camp, em Kingston. Morto há menos de dois meses (quatro dias após uma cerimônia
oficial que trocou o nome da Brentford Road, rua onde fica o estúdio, para Studio One Boulevard), Coxsone
Dodd ganhou um tributo de respeito. Cerca de 30 artistas do seu elenco clássico ¿ praticamente todos que
ainda estão vivos, um verdadeiro dream team da velha-guarda jamaicana ¿ reuniram-se para homenagear o
saudoso produtor.
O show foi histórico, com as apresentações mostrando um pouco da evolução dos gêneros, indo do ska ao
reggae, passeando pelo rocksteady, pelo r&b e pelo dub. O público era formado principalmente por gente
que viveu a época, matando as saudades dos bons tempos. Isso porque os jovens na Jamaica só querem
saber de uma coisa e de uma coisa apenas: dancehall.
Nem por isso a platéia era menos animada. Quando uma música agradava ¿ e num show desses quase
todas agradam ¿ o pessoal apontava as mãos em forma de revólver para o alto, gritando ¿pou! pou! pou!¿.
Era a senha para o artista mandar a banda pull up e reiniciar a música, igualzinho ao que alguns DJs fazem
hoje em dia.
Alguns dos culpados por esses rewinds acústicos foram Bunny Brown, Prince Jazzbo, Cornell Campbell e Errol
Dunkley, com sua ¿You gonna need me¿. As canções de Derrick Harriot tiveram os maiores coros e a dupla
Roy & Enid, bem velhinhos, foi quem mais emocionou. Apesar de anunciado em alguns cartazes, Horace
Andy não apareceu. No geral, uma noite antológica. Para deixar qualquer Buena Vista roxo de vergonha.
_\|/_ Sexta-feira, Setembro 10, 2004 _\|/_
JULIAN MARLEY AO VIVO NO OLYMPIA EM SÃO PAULO
06 DE OUTUBRO DE 2004
HORÁRIO DE ABERTURA DA CASA: 20:00 HS
INÍCIO: 22:00 HS
Preços:
CAMAROTE R$ 70,00
CAMAROTE A R$ 70,00
SETOR C R$ 50,00
PISTA R$ 40,00
Censura 14 ANOS
_\|/_ Terça-feira, Agosto 24, 2004 _\|/_

_\|/_ _\|/_

_\|/_ Sábado, Agosto 14, 2004 _\|/_
Fotos do show do dia 05/08, no Opinião. Com as bandas Nego Lyon {Canoas/RS}, Rastamen {PoA/RS} e Ponto de Equilíbrio {Vila Isabel/RJ}:
NEGO LYON:




RASTAMEN:
 

 


PONTO DE EQUILÍBRIO:
 


 
 
 


 
_\|/_ Segunda-feira, Agosto 09, 2004 _\|/_
Muito massa
_\|/_ Sábado, Julho 31, 2004 _\|/_

_\|/_ Sexta-feira, Julho 23, 2004 _\|/_
Entrevista de Elmo Ramos com a banda Ponto de Equilíbrio
Integrantes:
André Sampaio - guitarra solo
Marcio Sampaio - guitarra base
Helio Bentes - vocal
Lucas Kastrup - bateria
Rodrigo Fontenele - percussão
Pedro Cetano - baixo
Tiago Caetano - teclado.
Vamos saber o que pensa a banda Ponto de Equilibrio e quais são suas metas com a música, o reggae roots, passeando por mensagens, desejos, consciência e sentimentos sobre temas cantados em suas músicas. Meu nome é Elmo Ramos, sou um amante do reggae roots e da musicalidade, tenho 30 anos, pelo menos 20 de amor ao reggae e cultura popular
brasileira. Estudando esse assunto, descobrí o site surforeggae e estou com a missão de trazer novidades dos bastidores do surf, bodyboarding e reggae, principalmente do roots, com as bandas da nova geração e suas linhas de pensamento.
Como dizem no programa Beco du Reggae: - Toma Regueiro!
Elmo - Como sei que tudo tem um porquê, me conta a estória do nome da banda.
André - O nome surgiu de um sonho do Lucas. Ele viu nesse sonho que todos nós estávamos buscando o nosso ponto de equilíbrio em comum, e sugeriu esse nome. Desde então o nome e toda a carga espiritual que ele contém fazem a cara do nosso trabalho.
Elmo - Quando, como e onde começaram a família Ponto de Equilíbrio?
André - Começou de várias maneiras, acho que cada um tem seu próprio ponto de vista sobre como surgiu a banda... no meu caso eu tocava violão desde novo e, depois de afastado da música por um tempo, comecei a me reunir com
amigos e com o meu irmão (Márcio) para tocar reggae na nossa casa em Vila Isabel. Nessas sessões estavam sempre presentes Hélio, Pedro, o Marcelo e logo depois nós conhecemos o Lucas e o Rodrigo que vinham de uma outra banda, e começamos a ensaiar mesmo. Logo depois entrou o Tiago e a banda completou sua formação original, que continua firme até hoje. Agora, como começou mesmo é difícil dizer, pois o Marcelo eu conheço desde os passeios de carrinhos de bebê, fomos criados um na esquina do outro, tem o meu irmão, dois irmãos que moravam em frente à nós (Pedro e Tiago), o
Hélio que morava a dois quarteirões, ou seja, a família surgiu como todas as outras, uma verdadeira família.
Elmo - De onde surgiu a paixão pelo Reggae Roots e como é o processo de criação de letras e músicas da banda?
André - A paixão pelo reggae raiz surgiu com a identificação natural que o ritmo tem conosco, suas raízes sendo as mesmas das nossas. Além disso, há a identificação com as mensagens de resistência, resgate cultural e cunho
espiritual que as letras das músicas que admiramos têm. O Reggae fala do sofrimento de todos nós, filhos de Deus, em nossa luta contra o sistema que oprime e nos faz esquecer de nossas raízes, o sistema babilônico.
Nossas letras e músicas são influenciadas pela mesma vibração que recebemos das músicas que admiramos. Nós compomos de várias maneiras, cada música sendo esculpida de uma forma diferente. Às vezes a inspiração flui em uma
sessão e a letra flui na hora, no sentimento de quem a canta, às vezes já chegamos com a letra e a cara da música prontas e acertamos o arranjo juntos. Todas as músicas tem a cara de todos, pois todos contribuímos pras
músicas uns dos outros.
Elmo - Nas letras de suas músicas, além da musicalidade, destaca-se a mensagem das letras, diferentes da maioria das bandas que conhecemos. Conte um pouco sobre esse processo de criação, desse comprometimento que tem a sua música.
André - Nós nos comprometemos em passar a mensagem adiante de forma natural e simples, sem segregar nem excluir ninguém, pois somos dicípulos de Deus em sua Forma Universal. Não encaramos o Rastafarianismo como uma religião no
sentido tradicional da palavra, mas sim como forma de nos religar ao Criador, independente do nome com o qual O chamamos. No nosso caso, e no da maioria dos rastas, nós o chamamos por seu nome de raiz aramaica - Jah - como está descrito na Árvore da Vida, mas não excluímos nenhum seguidor de Deus que o chame por outro nome, seja ele qual for, pois sabemos que Ele se manifesta em Infinitas Formas. Eu e Eu nos comprometemos a buscar com os
demais Eus, nosso Equilíbrio através da música.
Elmo - Como é fazer reggae roots na Babilônia do Rio de Janeiro, sobreviver tocando e fazer sucesso em São Paulo? O que pensa a banda?
André - A sobrevivência no Rio tá complicada, como acredito que está em todo mundo agora. Mas eu acredito que a babilônia ataca mais dentro da nossa mente do que fora, não adianta estar em um paraíso se está com pensamentos
negativos como pode-se viver em meio à uma guerra civil e manter o pensamento positivo, eu acredito que é isso que têm mantido Eu e Eu no caminho certo. Aqui no Rio tem um público muito bom de reggae, novas bandas que têm um grande potencial e que levam a sério a mensagem rasta, porém acho que por parte dos produtores de eventos há um certo receio em dar oportunidade do circuito reggae se instalar. O que se vê são as mesmas festas, com as mesmas 3 ou 4 bandas se repetindo de semana em semana. Com isso passamos a nos concentrar, desde meados do ano passado, em viajar.
Elmo - Que influências culturais e religiosas tem o Ponto?
Marcio - As influencias culturais e religiosas do ponto são diversas, pois o rastafarianismo não nos restringe a somente um ponto de vista. Somos influenciados pelo Cristianismo, umbanda e cadomblé, igreja do santo daime, e outras religiões, buscando sempre a nossa indentificação com o rastafarianismo que é uma religião e filosofia universal. Temos influências
muisicais diversas como o samba raiz, jazz, blues, mpb, bossa nova, rap, funk americano, rock progressivo, ritmos caribenhos, Nyabinghi, ritmos africanos e o reggae raiz.
Elmo - Comente uma das pedradas do Ponto pra galera do Surforeggae...
Marcio - A musica Ponto de Equilíbrio representa a busca eterna ao nosso equlíbrio mental e espiritual através de nossas crenças. Essa mensagem pode ser captada em "jamais perca seu equilíbrio por mais forte que seja o vento da tempestade, busque no interior o abrigo" e "eu e eu buscando o ponto de equilíbrio, entre nós e eu o eu dos irmãos que andam no mesmo caminho".
Essa música contém uma mensagem especial para aqueles que usam dreadlocks e por isso se intitulam rastafaris, mesmo sem fazer idéia do que seja essa afirmação tão séria. Mostra que o sentimento e filosofia rasta não são
alcançados através da aparência e sim pelo coração e alma:"de que valem os dreads de que valem, se as palavras são em vão, o que lhe faz um rasta é alma e o coração.¿
Elmo - Quais as novidades que a banda está reservando para este ano?
Marcio - As novidades são: o site www.bandapontodeeqilibrio.com.br que já está em funcionamento, os adesivos da banda Ponto de Equilibrio, as camisas e a seleção de antigas e novas músicas para a gravação do cd oficial do Ponto.
Elmo - Tem site novo no ar... O que rola de novo na rede e quais seus preferidos?
Marcio - Muitos sites que divulgam o reggae como o surforeggae, portal do reggae, reggaebrasil.com, o site do johnnybgood, reggalize, reggaeinrio e outos sites sobre rastafarianismo.
Elmo - Ponto de Equilibrio é mais Show ou Cd? Ao vivo ou estúdio?
Marcio - A banda Ponto de Equilibrio possui boa presença de palco e busca com toda sua energia cativar e passar suas mensagens para o público o que resulta em apresentações com grande participação do público que canta junto com Hélio todas as músicas gravadas no cd demo de dez faixas. Por outro lado, em estúdio a banda consegue executar suas músicas de uma maneira mais elaborada devido aos recursos tecnológicos, o que não pode ser percebido muito bem nas músicas do cd demo, pois esse cd foi gravado sem muitos recursos. O lançamento do cd oficial do ponto que esta por vir trará inúmeras surpresas.
Elmo - Quais as bandas nacionais que vcs mais tem ouvido e que gostam mais?
Marcio - Edson Gomes, Ras Ciro Lima, Leões de Israel, Jah Live, Jahcareggae, Reggae Style, Filhos da Luz, Unidade Punho Forte, Raízes que Tocam, Resgate da Raiz.
Elmo - Como está o cenário Reggae Roots no Rio?
Marcio - O cenário do reggae no Rio está estagnado. Os produtores das principais casas de eventos não abrem espaço para as bandas novas e bandas que levem o reggae raiz com mensagens em português. O ponto de Equilíbrio não toca no Rio desde setembro por falta de propostas e desde então entramos de vez no circuito do reggae de São Paulo onde estamos tocando em diversas casas de shows e com diversos ícones do reggae nacional. Em eventos de reggae no Rio, as bandas que tocam são sempre as mesmas tendo como a principal banda, do limitado e raro circuito do reggae, a banda Bob Marley Cover, que como diz o nome é uma banda de cover do Bob Marley. Quem sabe um dia os produtores do Rio aprendam a trabalhar e chamem outras bandas que buscam um trabalho de identidade nacional e sem modismo e façam eventos com as bandas novas que fazem o reggae raiz e o Ponto de Equilíbrio.
Elmo - E as trips, o que tem rolado de interessante por essas andanças?
Marcio - temos viajado constantemente para São Paulo onde já nos apresentamos junto a: Edson Gomes, Tribo de Jah, Sine Calmon, Jah Live, Leões de Israel, Reggae Style, Mistycal roots e outras bandas. Voltamos do Sana onde ocorreu o festival de reggae SanaSplash 3 com a presença das novas bandas de reggae raiz: Raízes que Tocam, Filhos da Luz e Divina Providência, o evento foi demais e o público foi ao delírio total! Estão sendo fechados eventos em outros estados como ES e PR e em breve serão anunciados.
Elmo - Mande a mensagem para os internautas do Surforeggae...
Marcio - Mando um grande abraço e vibrações positivas a todos e que todos vocês continuem a ouvir e sentir o reggae raiz, música de inspiração divina,
Jah Rastafari!!!
Fonte : Elmo Ramos
_\|/_ Sábado, Julho 03, 2004 _\|/_
Alpha Blondy, em Porto Alegre, no dia 21/07/04
Alpha Blondy, cujo nome verdadeiro é Seydou Kone, completou 50 anos em 2002. Blondy conheceu o reggae em um show de Burning Spear nos Estados Unidos no final dos anos de 1970, convertendo-se `a religião rasta. Quando voltou a sua casa na África e contou para a família sobre suas convicções rastafari, ele foi internado contra a vontade em uma instituição psiquiátrica por dezoito meses. Mas logo que conseguiu sair gravou seu primeiro álbum, "Jah Glory". Depois seguiram obras-primas como "Cocody Rock", "Apartheid is Nazism", "Jerusalem", entre outros. Blondy foi indicado para o Grammy de melhor álbum de reggae de 2002 pelo álbum"Merci", mas não levou o prêmio.
Blondy tem em seu currículo diversas canções contra as guerras tribais, o racismo, a injustiça e a desigualdade. Ele se tornou conhecido por canções pacifistas como "Jerusalem" e por falar em árabe quando está em Israel e em hebraico quando se apresenta no mundo árabe. Blondy viaja sempre com uma cópia da Bíblia e outra do Alcorão. Entre suas músicas consta o reggae "Civil War", cuja letra parece hoje uma previsão precisa sobre a atual crise na sua terra natal, Costa do Marfim, pequeno país no oeste da África, conhecido pelo bom futebol e até pouco tempo atrás, pela sua calma situação política, em comparação com seus turbulentos vizinhos, como Nigéria, Libéria e Serra Leoa.
Ele está bastante preocupado com o conflito armado naquele país. Segundo a CNN, o cantor e compositor declarou que: "se não acharmos uma solução rápida agora, será tarde demais. Amanhã não estaremos falando mais de um levante de alguns poucos rebeldes, mas de uma guerra que poderá durar talvez vinte anos ou mais". O país foi palco do que foi chamado de "Revolução do Reggae" em 1999, quando o exército derrubou o governo do partido que dominava a cena política local há 40 anos ao som das músicas de Alpha Blondy e Tiken Jah Fakoly, que eram tocadas a todo volume pelos veículos militares. Mas o golpe que tinha como objetivo acabar com um governo corrupto degenerou em confusão, fazendo com que os conflitos entre as diversas etnias que compõem o país se tornassem explícitos. Assim a panela de pressão acabou estourando em setembro de 2002, causando derramamento de sangue e caos.
Blondy quer ajudar na negociação da paz entre os grupos étnicos, embora ache que "as metralhadoras falam mais alto do que eu neste momento". Ele clamou contra a xenofobia dos habitantes do país, que discriminam os milhares de imigrantes de outras nações africanas que chegaram na Costa do Marfim, atraídos pela estabilidade gozada pelo seu povo até o início da guerra. Para Blondy este foi um dos estopins do conflito e constitui o que ele chama de "nazismo negro", pois impede que muitas vozes sejam ouvidas, mesmo de grupos que residem há décadas no país. "Isto é tribalismo e não democracia", ele afirma. Ele sugere que forças de paz da Nações Unidas se juntem aos soldados franceses que já se encontram lá, para que haja tempo de negociar o fim das hostilidades e possibilitar a realização de eleições livres.
_\|/_ _\|/_
Erikah Badu
_\|/_ Domingo, Junho 27, 2004 _\|/_
Aniversário da loja, na ordem: sasá, tiozinho da loja, pisca, zigomar ( vocal da Acústico Reggae), Porã, eu, stephany (minha afilhada)
_\|/_ Sábado, Junho 26, 2004 _\|/_
Essa merece ser lida
O que aconteceria se não existisse negros no mundo?
ssa é a história de um garoto chamado Theo que acordou um dia e
perguntou a
sua mãe: "Mãe, o que aconteceria se não existissem pessoas negras no
mundo?"
Sua mãe pensou por um momento e então falou: "Filho, siga-me hoje e
vamos
ver como seria se não houvesse pessoas negras no mundo". E, então,
disse:
"Agora vá se vestir e nós começaremos".
Theo correu para seu quarto e colocou suas roupas e sapatos. Sua mãe
deu uma
olhada nele e disse: "Theo, onde estão seus sapatos? E suas roupas
estão
amassadas, filho, preciso passá-las". Mas quando ela procurou pela
tábua de
passar, ela não estava mais lá. Veja, Sarah Boone, uma mulher negra,
inventou a tábua de passar roupa. E Jan E. Matzelinger, um homem
negro,
inventou a máquina de colocar solas nos sapatos.
"Então... - ela falou - Por favor vá e faça algo em seu cabelo."
Theo
decidiu apenas escovar seu cabelo, mas a escova havia desaparecido.
Veja,
Lydia O. Newman, uma mulher negra, inventou a escova. Ora, essa foi
uma
prisão... nada de sapatos, roupas amassadas, cabelos desarrumados.
Mesmo o
cabelo da mãe, sem as invenções para cuidar do cabelo feitas por
Madame C.
J. Walker... Bem, vocês podem vislumbrar...
A mãe disse a Theo: "Vamos fazer nossos trabalhos domésticos e,
então,
iremos ao mercado". A tarefa de Theo era varrer o chão. Ele varreu,
varreu
e varreu. Quando ele procurou pela pá de lixo, ela não estava lá.
Lloyde P.
Ray, um homem negro, inventou a pá de lixo.
Ele decidiu, então, esfregar o chão, mas o esfregão tinha
desaparecido.
Thomas W. Stewart, um homem negro, inventou o esfregão.
Theo gritou para sua mãe: "Não estou tendo nenhuma sorte!" Ela
responde:
"Bem, filho, deixe-me terminar de lavar estas roupas e prepararemos
a lista
do mercado". Quando a lavagem estava finalizada, ela foi colocar as
roupas
na secadora, mas ela não estava lá. Acontece que George T. Samon, um
homem
negro, inventou a secadora de roupas.
A mãe pediu a Theo que pegasse papel e lápis para fazerem a lista do
mercado. Theo correu para buscá-los, mas percebeu que a ponta do
lápis
estava quebrada. Bem... ele estava sem sorte, porque John Love, um
homem
negro, inventou o apontador de lápis.
A mãe procurou por uma caneta, mas ela não estava lá, porque William
Purvis,
um homem negro, inventou a caneta-tinteiro. Além disso, Lee Burridge
inventou a máquina de datilografia e W. A. Lovette, a prensa de
impressão
avançada.
Theo e sua mãe decidiram, então, ir direto para o mercado. Ao abrir
a porta,
Theo percebeu que a grama estava muito alta. De fato, a máquina de
cortar
grama foi inventada por um homem negro, John Burr.
Eles se dirigiram para o carro, mas notaram que ele simplesmente não
sairia
do lugar. Isso porque Richard Spikes, um homem negro, inventou a
mudança
automática de marchas e Joseph Gammel inventou o sistema de
supercarga para
os motores de combustão interna. Eles perceberam que os poucos
carros que
estavam circulando, batiam uns contra os outros, pois não havia
sinais de
trânsito. Garret A. Morgan, um homem negro, foi o inventor do
semáforo.
Estava ficando tarde e eles, então, caminharam para o mercado,
pegaram suas
compras e voltaram para casa. Quando eles iriam guardar o leite, os
ovos e a
manteiga, eles notaram que a geladeira havia desaparecido. É que
John
Standard, um homem negro, inventou a geladeira.
Colocaram, assim, as compras sobre o balcão. A essa hora Theo
começou a
sentir bastante frio. Sua mãe foi ligar o aquecimento. Acontece que
Alice
Parker, uma mulher negra, inventou a fornalha de aquecimento. Mesmo
no verão
eles não teriam sorte, pois Frederick Jones, um homem negro,
inventou o ar
condicionado.
Já era quase a hora em que o pai de Theo costumava chegar em casa.
Ele
normalmente voltava de ônibus. Não havia, porém, nenhum ônibus, pois
seu
precursor, o bonde elétrico, foi inventado por outro homem negro,
Elbert R.
Robinson.
Ele usualmente pegava o elevador para descer de seu escritório, no
vigésimo
andar do prédio, mas não havia nenhum elevador, porque um homem
negro,
Alexander Miles, foi o inventor do elevador.
Ele costumava deixar a correspondência do escritório em uma caixa de
correio
próxima ao seu trabalho, mas ela não estava mais lá, uma vez que foi
Philip
Downing, um homem negro, o inventor da caixa de correio para a
colocação de
cartas e William Berry inventou a máquina de carimbo e de
cancelamento
postal.
Theo e sua mãe sentaram-se na mesa da cozinha com as mãos na cabeça.
Quando
o pai chegou, perguntou-lhes: "Por que vocês estão sentados no
escuro?". A
razão disso? Pois Lewis Howard Latimer, um homem negro, inventou o
filamento
de dentro da lâmpada elétrica.
Theo havia aprendido rapidamente como seria o mundo se não
existissem as
pessoas negras. Isso para não mencionar o caso de que pudesse ficar
doente e
necessitar de sangue. Charles Drew, um cientista negro, encontrou
uma forma
para preservar e estocar o sangue, o que o levou a implantar o
primeiro
banco de sangue do mundo.
E se um membro da família precisasse de uma cirurgia cardíaca? Isso
não
seria possível sem o Dr. Daniel Hale Williams, um médico negro, que
executou
a primeira cirurgia aberta de coração.
Então, se você um dia imaginar como Theo, onde estaríamos agora sem os
Negros? Bem, é relativamente fácil de ver.
Nós ainda estaríamos na ESCURIDÃO
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